Cartas Fakes - como ficar longe desse perigo
Que tal nós falarmos de outras palavras l? É um excelente ponto de partida. E mais: o que Será que teremos aqui será que é novo ou será que é o mesmo assunto ainda?. Vou mostrar pro ocê como tocar m num nó simbólico muito potente : tecnologia + infância + falsificação = perda da confiança no real. Isso não é pouco. Isso é o motor emocional e filosófico do texto. Vou te dizer com franqueza e cuidado: preste atenção aí em O que funciona muito bem no que você disse O banal como gatilho começa com algo pequeno, cotidiano, quase irrelevante — uma carta, uma foto ruim, uma IA insistente. Isso cria identificação imediata. O conflito entre humano e tecnologia afirma algo (“é verdadeira”). A máquina nega. E prova . Aqui já nasce o dilema epistemológico: quem valida o real? O retorno à infância Esse é o ponto mais forte — e mais delicado. Não é nostalgia gratuita. É a percepção de que até aquilo que parecia puro, seguro, lúdico, pode estar contaminado . A pe...